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Vídeo que Aécio Neves tentou esconder está com quase 1 milhão de acessos


Em caso de censura outra cópia

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Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB

Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB from forapsdb on Vimeo.

Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB
O jornalista Marco Aurélio Carone ficou preso 9 meses e 20 dias em 2014, em Minas Gerais.

Ele é filho de um ex-prefeito de Belo Horizonte que foi aliado de Tancredo Neves.

No Diário de Minas e no Novo jornal, este na internet, passou a fazer denúncias contra o grupo político do hoje senador e presidente do PSDB, Aécio Neves( que esses dias estava em evento da Revista Istoé confraternizando bem a vontade com o Juiz Sergio Moro que deveria investigá-lo, além de Geraldo Alckmin,Jose Serra e o Golpista Michel Temer).

O jornalista se diz vítima de policiais, procuradores, juizes e desembargadores de Minas, que estariam a serviço de Aécio.

Carone foi solto 5 dias depois da eleição presidencial em que Aécio foi derrotado por Dilma Rousseff.

Foi absolvido no processo que o levou à prisão.

Mas, enquanto esteve na cadeia, não pode fazer as denúncias que pretendia fazer contra o tucano.

Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Carone contou quais eram: financiamento de campanha via caixa dois, envolvimento de Andreia Neves, esquema na mineração e exportação de nióbio e uso político da estatal Cemig, a Companhia Energética de Minas Gerais, dentre outros.

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CEMIG DO AÉCIO PRATICA ASSEDIO MORAL

companhia ernegética de minas gerais

retalhações na empresa

PRESSÃO
Retaliações em Uberaba por parte da Cemig
Um mês antes de completar 30 anos de Cemig, o eletricista Roberto Lonato, decidiu se desligar da empresa.
“Não saí porque quis.
Senti pressionado a me retirar”,
resumiu. Lonato trabalhava desde 1997 na Distribuição,
em Uberaba, e garante que estava, praticamente, sem serviço depois que foi isolado numa salinha.
“No máximo, eu fazia o papel de boy”, disse. O trabalhador contou que o supervisor e o engenheiro encarregado pela equipe forçaram a mudança de sala e faziam vigilância permanente sobre ele.
Para Lonato, que é diretor do Sindieletro, a perda de função, do espaço de trabalho e até do computador que usava foi uma retaliação por ter entrado com ação na Justiça cobrando o retorno do adicional de periculosidade retirada a revelia. O clima ficou tão ruim que ele se afastou para realizar tratamento médico. “Eu ainda estava de atestado, pedi o desligamento da empresa e em 15 dias fui dispensado. Espero, com o tempo, esquecer o que passei na Cemig”.
A situação vivida por Roberto Lonato não é exceção na equipe da gerência de Uberaba SD/UR. Há vários relatos de ameaças de demissão e isolamento, além do corte indiscriminado no sobreaviso e na troca da remuneração das horas extras pelo banco de horas de forma não-documentada. Na corrida cega para reverter esse quadro, os trabalhadores contam que as chefias usam a pressão, já até acabaram com a equipe própria de plantão e repassam toda a demanda para as empreiteiras, esvaziando o papel do eletricista do quadro próprio.
O eletricitário Antônio Donato de Paiva relatou que, em 2009, sofreu pressões e ameaças de demissão antes de sair da empresa. Ele aderiu ao Programa de Desligamento Voluntário (PDV) e se afastou da Cemig no dia 6 de fevereiro deste ano. “Em Uberaba, a Cemig não tem mais nenhum como trabalhador”, lamentou Donato.
A recusa em participar de uma pesquisa que escolheu o melhor eletricista da equipe também desencadeou transtornos para o eletricitário e diretor do Sindieletro, Samuel Antônio Chaves. Depois de discutir com o encarregado, o eletricitário foi suspenso por oito dias. “Não me eximo da culpa, por ter ficado nervoso, mas não acho que era caso de levar suspensão. Tentei explicar para o gerente, mas as medidas administrativas já estavam prontas e ele não quis ouvir minha versão”.
O gerente de Uberaba SD/UR, Jairo Rodrigues do Amaral, alegou que as medidas disciplinares adotadas nos últimos meses são de sua inteira responsabilidade e “foram analisadas criteriosamente”.
Apesar do impacto da super produtividade no cotidiano da equipe, ele justifica que os eletricitários estão conseguindo atingir as metas “de forma tranqüila e sem pressão”.
Jairo Rodrigues do Amaral negou que as ações na Justiça sejam critério para qualquer análise e sustentout que não há isolamento de trabalhador
em Uberaba. No caso de Samuel Chaves, o gerente disse que não houve perseguição e a suspensão foi adotada em ‘caráter educativo’.
Na avaliação do diretor do Sindieletro, Clóves Fernandes, Samuel recebeu uma punição excessiva dos chefes, que queriam demonstrar força penalizando um trabalhador trabalhador que desponta como uma forte liderança dos eletricitários no Triângulo.
O diretor do Sindieletro na Regional Triângulo, Welington Wilian dos Santos, informou que o Sindicato fez várias intervenções para que os chefes mudassem de conduta, mas os problemas continuam. “Independentemente
do que o gerente diga, os eletricistas sabem que há uma postura de constrangimento e desqualificação do trabalhador, principalmente por parte de supervisores e engenheiros. Falta preparo para liderar equipes em atividades ligadas ao risco elétrico”, avaliou. O Sindieletro levará as denúncias à Justiça do Trabalho e solicitará indenizações por assédio moral, danos morais e materiais aos dois eletricitários que saíram da empresa.
No próximo dia 8, haverá manifestação em frente à Gerência de Serviços de Distribuição de Uberaba (SD/UR) para denunciar a “postura vergonhosa” das chefias à sociedade.

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Anastasia repete Aécio e quer governar com leis delegadas ,sem os deputados

04/11/2010 – 21h21
Anastasia repete Aécio e quer governar com leis delegadas
PAULO PEIXOTO
DE BELO HORIZONTE 

A exemplo do que fez seu antecessor tucano Aécio Neves (eleito senador) no começo das duas gestões como governador de Minas (em 2003 e 2007), o governador reeleito Antonio Anastasia (PSDB) quer administrar o Estado por meio de leis delegadas.
A edição de uma lei delegada ocorre após o Legislativo autorizar o Executivo a editar leis cujo objeto, extensão da matéria, prazo e os princípios são definidos previamente. Essas leis não são votadas pelos deputados. Anastasia, contudo, disse que vai ouvir os parlamentares. 

Ele enviou mensagem para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, lida nesta quinta-feira no plenário da Casa, para que o Legislativo renuncie ao direito de participar das novas reformas administrativas pretendidas pelo Estado. Isso porque a delegação é uma espécie de carta-branca ao Executivo.
O tema já causou polêmica, e a oposição, que é minoria na Casa, promete reagir.
Anastasia disse hoje que “a administração pública, por sua natureza, é sempre dinâmica e precisa sempre de um processo de sintonia fina, de ajustes, em razão de novas demandas que surgem, de novos temas que ficam mais necessários, de outros que já foram atingidos”.
Aécio é até agora o recordista na emissão de leis delegadas em Minas, na comparação com os seus antecessores desde 1985. Ele editou 130 leis com as duas delegações dadas pela Assembleia Legislativa. Foram 63 leis delegadas editadas no início de 2003 e 67 em janeiro de 2007.
As duas delegações dadas por Aécio foram para reformas administrativas, chamado inicialmente de “choque de gestão” e depois de “Estado para Resultados”.
“Agora vamos iniciar um terceiro ciclo, que, na realidade, é o desdobramento desses dois, como está no nosso plano de governo”, disse Anastasia, acrescentando que as questões administrativas agora envolverão os investimentos que serão feitos em áreas sociais e na questão de empregos.
OPOSIÇÃO
No Legislativo mineiro, a oposição se restringe a deputados do PT, do PC do B e alguns do PMDB, somando pouco mais de 20, de um total de 77 deputados estaduais.
O vice-líder do Bloco PT/PC do B na Assembleia, deputado petista Adelmo Leão, disse que o bloco vai se reunir no próxima semana para discutir o pedido.
Na prática, o governador quer fazer uma reforma administrativa sem qualquer discussão, sem que a Assembleia analise os projetos. Se é um governo de continuidade, por que promover modificações sem que elas sejam apreciadas pelo Legislativo? A lei delegada é um cheque em branco e temo pela subserviência desta Assembleia ao Executivo”, afirmou.
O recorde anterior de leis delegadas em Minas antes de Aécio pertencia ao ex-governador Hélio Garcia, que, em 1985, editou 36 leis. Com Itamar Franco, em 2000, foram oito; o tucano Eduardo Azeredo, em 1997-98, editou três; e o peemedebista Newton Cardoso, em 1989, uma.
FÉRIAS
O governador reeleito de Minas, que assumiu o mandato de Aécio em 31 de março deste ano, vai se ausentar a partir desta sexta-feira para um período de férias, de cinco dias úteis. Anastasia vai descansar no exterior.
No final do expediente desta sexta-feira ele vai transmitir o cargo para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), que é o vice-governador eleito no último dia 3 de outubro.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/poder/825770-anastasia-repete-aecio-e-quer-governar-com-leis-delegadas.shtml 

Bonito seu Aécio,depois falam que Dilma quer promover a ditadura,mas o senhor mais seu “companheiro “Anastasia querem governar sem o Legislativo,ficando como um Imperador.
Envie seu repúdio ao Governo do estado Clicando AQUI e aos deputados Estaduais Clicando AQUI

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