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Veja lista de senadores que inocentaram o Aecio Neves no Conselho de Ética do Senado das denúncias de corrupçao

Romero Jucá (PMDB-RR) Pedro Chaves (PSC-MT) Gladson Cameli   (PP-AC) Hélio José (PSDB-DF) Telmário Mota  (PTB-RR) Eduardo Amorim   (PSDB-SE) Flexa Ribeiro  (PSDB-PA) Airton Sandoval (PMDB-SP) Davi Alcolumbre  (DEM-AP) Acir Gurgacz  (PDT-RO) Roberto Rocha  (PSB-MA)

Por 11 votos a 4, o Conselho de Ética do Senado decidiu, nesta quinta-feira (6), não aceitar o recurso contra o arquivamento do pedido de cassação do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Com a ação, o processo no colegiado está encerrado definitivamente.

Veja como votou cada senador:

A favor da continuidade da ação:

Lasier Martins  (PSD-RS)

Antonio Carlos Valadares  (PSB-SE)

José Pimentel (PT-CE)

João Capiberibe (PSB-AP)

A favor do arquivamento do processo e livrar o Aecio Neves do processo

Romero Jucá (PMDB-RR)

Pedro Chaves (PSC-MT)

Gladson Cameli   (PP-AC)

Hélio José (PSDB-DF)

Telmário Mota  (PTB-RR)

Eduardo Amorim   (PSDB-SE)

Flexa Ribeiro  (PSDB-PA)

Airton Sandoval (PMDB-SP)

Davi Alcolumbre  (DEM-AP)

Acir Gurgacz  (PDT-RO)

Roberto Rocha  (PSB-MA)

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Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB

Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB from forapsdb on Vimeo.

Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB
O jornalista Marco Aurélio Carone ficou preso 9 meses e 20 dias em 2014, em Minas Gerais.

Ele é filho de um ex-prefeito de Belo Horizonte que foi aliado de Tancredo Neves.

No Diário de Minas e no Novo jornal, este na internet, passou a fazer denúncias contra o grupo político do hoje senador e presidente do PSDB, Aécio Neves( que esses dias estava em evento da Revista Istoé confraternizando bem a vontade com o Juiz Sergio Moro que deveria investigá-lo, além de Geraldo Alckmin,Jose Serra e o Golpista Michel Temer).

O jornalista se diz vítima de policiais, procuradores, juizes e desembargadores de Minas, que estariam a serviço de Aécio.

Carone foi solto 5 dias depois da eleição presidencial em que Aécio foi derrotado por Dilma Rousseff.

Foi absolvido no processo que o levou à prisão.

Mas, enquanto esteve na cadeia, não pode fazer as denúncias que pretendia fazer contra o tucano.

Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Carone contou quais eram: financiamento de campanha via caixa dois, envolvimento de Andreia Neves, esquema na mineração e exportação de nióbio e uso político da estatal Cemig, a Companhia Energética de Minas Gerais, dentre outros.

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Aécio: “Beto Richa é um dos homens mais preparados do país”

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MP processa Gov. Aécio Neves por prender ilegamente e humilhar quilombolas, favorecendo fazendeiros

 MP processa Governador  Aécio Neves por prender ilegamente e humilhar quilombolas, favorecendo fazendeiros
“… os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel da Polícia Militar em Porteirinha, em pleno centro da cidade, … ficando ali expostos por mais de 03 horas ao opróbrio público, qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato…”

O texto acima não é um extraído de um romance de ficção do Século XIX. Faz parte da ação civil ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Fundação Cultural Palmares, pedindo que o Estado de Minas Gerais seja condenado a pagar indenização por danos morais coletivos em virtude de arbitrariedades cometidas pela Polícia Militar mineira contra três comunidades quilombolas: Povo Gorutubano, Brejo dos Crioulos e Lapinha.
Em diversas operações da Polícia Militar, os integrantes das comunidades quilombolas foram, de forma ilegal, ameaçados, algemados e expostos a humilhações públicas. Houve caso em que até crianças de 4, 6 e 7 anos de idade foram detidas.
Em duas oportunidades, os policiais, fortemente armados, agiram a pedido de fazendeiros, sem qualquer ordem judicial que os amparasse. Nessas ocasiões, as ações policiais aconteceram a pretexto de desocupar terras ocupadas pacificamente por famílias quilombolas.
No primeiro caso, ocorrido em 2006 (sob o governo de Aécio Neves), 15 policiais, fortemente armados e sem mandado judicial, invadiram e destruíram acampamento montado por famílias gorutubanas, apreenderam suas ferramentas de trabalho, algemaram todos eles uns aos outros e conduziram-nos, presos – inclusive três crianças -, num percurso de 60 km, até o quartel da Polícia Militar da cidade de Porteirinha.
Lá chegando, os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel, em pleno centro da cidade, ficando ali expostos por mais de três horas, “qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato”, narra a ação.
Várias testemunhas contaram que, enquanto estavam ali, os fazendeiros que disputam terras com os quilombolas, passavam por eles a todo instante, fazendo escárnio, chacotas, proferindo palavras de ofensa e humilhação.
Para o procurador da República, “o que mais choca nos relatos é que, em pleno século XXI, cidadãos brasileiros foram tratados de fato como escravos rebeldes. A única diferença é que as grossas correntes foram substituídas por algemas. Mas a exposição pública, a humilhação, o desrespeito à dignidade humana, estavam todos lá”.
A prisão dos quilombolas não foi comunicada nem ao promotor de Justiça, nem ao juiz da cidade e eles só foram soltos após a chegada ao local do advogado da associação.
Esse é apenas um dos casos, talvez o mais cruel, narrados na ação, embora os abusos cometidos contra as comunidades de Brejo dos Crioulos e Lapinha também sejam de mesma natureza e igualmente chocantes (veja ointeiro teor da ação, com a descrição completa dos fatos).
Segundo os autores, os efeitos das operações militares, na verdade, não se restringem apenas às comunidades quilombolas diretamente ofendidas: “Esses efeitos espraiam-se, de maneira difusa, a todo o movimento quilombola, cujas comunidades ficam amedrontadas e temerosas de lutar por seus direitos, tendo em vista a violência das operações”.
Sem generalizar a acusação para bons policiais que respeitam a cidadnia, o MPF expediu recomendação ao Comando-geral da PM para que instrua seus policiais a agirem dentro da legalidade (por exemplo, só ingressarem no interior dos territórios das comunidades munidos de mandado judicial) e sem qualquer abordagem de cunho coativo ou intimidatório.
Para o procurador, “no ambiente democrático em que vivemos, essas atitudes policiais são absolutamente intoleráveis. A Polícia Militar não tem a prerrogativa de importunar os cidadãos, acusando-os sem prova e, pior,coagindo-os a prestar informações e ameaçando-os com represálias e retaliações, como aconteceu na operação realizada contra a Comunidade de Lapinha.
O MPF lembra que é a própria Constituição que assegura às comunidades quilombolas o direito de propriedade definitiva das terras por eles ocupadas.
A ação indenização coletiva no valor mínimo de R$ 4,5 milhões, e que seja revertida em favor das comunidades para o custeio das despesas dos respectivos processos de regularização fundiária.
MPF/MG

Fonte:http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2570&Itemid=56 

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Aécio Neves teria batido em Mulher

Aécio Neves covardão bate na namorada

Aécio Neves, o governador tucano de Minas Gerais, agrediu a namorada em uma festa. É isso que  conta  o jornalista Juca Kfouri. Segundo o jornalista, Aécio, deu um empurrão e um tapa em sua acompanhante, no domingo passado, em festa da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio.
Depois do incidente, segundo diversas testemunhas, cada um foi para um lado, diante do constrangimento geral. Lei Maria da Penha nele!!

Juca Kfouri, deu um racado, que, para bom entendedor, diz tudo e mais um pouco…” A imprensa brasileira não pode repetir com nenhum candidato a candidato a presidência da República a cortina de silêncio que cercou Fernando Collor, embora seus hábitos fossem conhecidos. “Todos nós conhecemos os hábitos de Collor, que por sinal, são os mesmos de Aécio, pois não? Parece que a imprensa não ouviu o desabafo do Juca. Ninguém divulgou os tabefes que Aécio deu na namorada
E por falar em Fernando Collor, a ex Rosane, diz  para  a  Agência de notícia Efe   “já denunciou que qualquer coisa que aconteça a ela é responsabilidade do seu ex-marido”
Para quem protestou, por, Kfouri ser tucano, vamos postar o texto da colunista Joyce Pascowitch, publicado no dia 26 /10. Sem citar o nome do governador, a colunista da Folha de São Paulo Joyce Pascowitch já havia relatado o caso na notinha abaixo.
26/10/2009 16:30
Nelson Rodrigues
Um dos convidados mais importantes e famosos da festa que o estilista Francisco Costa, da Calvin Klein, deu na piscina do hotel Fasano, no Rio, nesse domingo,(26/10/2009), acabou estrelando uma cena que deixou todos os convidados constrangidos.
* Visivelmente alterado, ele deu um tapa na moça que o acompanhava – namorada dele há algum tempo. Ela caiu no chão, levantou e revidou a agressão. A plateia era grande e alguns chegaram a separar o casal para apartar a briga. O clima, claro, ficou muito pesado. Site da  Joyce Pascowitch
Muito bem observado por nossa leitora Vera B. Pereira . “A Joyce Pascovitch estava na festa do Fasano. Aqui ela relata, dia 25/10, que o Aécio acabara de chegar no Hotel Fasano”: http://glamurama.uol.com.बर/     
Do jornalista Ailton Medeiros
Uma fonte deste blog conta que o barraco foi filmado por um dos presentes que agora está sendo ameaçado por assessores de Aécio.

As fotos do governador com a namorada numa praia do Sul, publicadas neste domingo por um site, foram montadas para limpar a barra de Aécio

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